sexta-feira, 26 de junho de 2020

Ministro avisa fraudadores do auxílio emergencial: 'Vamos atrás de cada uma dessas pessoas'

Onyx Lorenzoni disse que forte esquema de segurança foi montado para proteger auxílio de ações criminosas


Onyx Lorenzoni disse que sites falsos já foram derrubados(foto: Júlio Nascimento/Presidência da República)O ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, foi enfático ao falar sobre possíveis fraudes no auxílio emergencial a trabalhadores autônomos e pessoas de baixa renda em meio à pandemia do novo coronavírus. Segundo o membro do governo, a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) já trabalham no mapeamento de quem busca se aproveitar da crise.


“Estamos já trabalhando com a Abin, vários sites já foram derrubados, Polícia Federal entrando em ação. O aviso é o seguinte: fraudadores, atenção, vocês vão acabar parando na cadeia. Vamos buscá-los, porque o presidente (Jair) Bolsonaro determinou: esses recursos são para as pessoas, não é para fraudador. Estamos com um sistema muito rígido, estruturado, e vamos continuar derrubando esses sites e vamos atrás de cada uma dessas pessoas que estão por trás desses sites para lesar essas pessoas que precisam”, disse Lorenzoni, durante o anúncio do auxílio, na manhã desta terça-feira.

Participaram do anúncio, também, os presidentes da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, e da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev), Gustavo Canuto. Canuto colocou como prioridade o pagamento correto por parte dos órgãos federais.

"Você não deve autorizar o pagamento do auxílio a famílias que recebem outro auxílio do governo federal, fora o Bolsa Família. Para verificar essa informação precisamos varrer todas as bases do governo. Um pagamento errado vai resultar em uma falta de credibilidade de todo o programa”, disse o presidente da Dataprev.


A princípio, o auxílio emergencial de no mínimo R$ 600,00 é válido por três meses e para trabalhadores informais ou que sejam Microempreendedores Individuais (MEIs), além de desempregados que não estejam em nenhum programa do governo (com exceção do Bolsa Família). O benefício pode chegar a até R$ 1.200,00, caso de mães chefes de família. A medida é uma das preventivas para combater a pandemia do novo coronavírus.

Fonte: Estado de Minas

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